No portal diaadiaeducacao estão disponíveis vários infográficos. O
arquivo a seguir elaborado pelo Prof. Mario Czerechowicz, Técnico
Disciplinar de História e Assessor Pedagógico da Coordenação de
Tecnologia na Educação (CRTE), apresenta os infográficos da disciplina
de História.
CATÁLOGO DE SIMULADORES E ANIMAÇÕES
Catálogo de Simuladores e Animações disponíveis no portal diaadiaeducacao na disciplina de História.
BRASIL 360º EXPERIENCE
Bem-vindo a uma nova experiência. Bem-vindo ao Brasil 360º,
uma viagem interactiva que o vai levar a conhecer as 12 cidades anfitriãs do
Campeonato Mundial da FIFA Brasil 2014™ de um modo que você nunca viu.
TRABALHANDO COM MAPAS CONCEITUAIS - CMAPTOOLS
MAPAS CONCEITUAIS
Mapas Conceituais são representações gráficas semelhantes a diagramas, que indicam relações entre conceitos ligados por palavras. Representam uma estrutura que vai desde os conceitos mais abrangentes até os menos inclusivos. São utilizados para auxiliar a ordenação e a seqüenciação hierarquizada dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao aluno.
Como uma ferramenta de aprendizagem, o mapa conceitual é útil para o estudante, por exemplo, para:
- Fazer anotações
- Resolver problemas
- Planejar o estudo e/ou a redação de grandes relatórios
- Preparar-se para avaliações
- Identificar a integração dos tópicos. (FONTE: penta2.ufrgs.br)
Veja o exemplo abaixo sobre a Guerra de Canudos.
MAPA CONCEITUAL - GUERRA DE CANUDOS
LEIA MAIS SOBRE A UTILIZAÇÃO DOS MAPAS CONCEITUAIS
CLIQUE E ACESSE O SITE PENTA2.UFRGS____________________________________________________
TUTORIAL DO CMAPTOOLS:
MANUAL DO CMAPTOOLS
____________________________________________________
SUGESTÃO DE TEXTOS PARA LEITURA** USANDO MAPAS CONCEITUAIS NO ESTUDO DA MATEMÁTICA:Angela Maria Menegolla
** MAPAS CONCEITUAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA: MARCO ANTONIO MOREIRA
** CONSTRUINDO MAPAS CONCEITUAIS: ROMERO TAVARES
** O MAPA CONCEITUAL COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: MARCO A. MOREIRA
** INTRODUÇÃO AOS MAPAS CONEITUAIS: Profs. Rodrigo Goulart e Alexandre Zamberlan
______________________________________________________
** INTRODUÇÃO À MODELAGEM CONCEITUAL: Universidade Católica de Pelotas. Centro Politécnico. Laboratório de Modelagem Computacional
** “CMAPTOOLS: CRIANDO MAPAS CONCEITUAIS” - MARIO CZERECHOWICZ
_______________________________________________________
SUGESTÃO DE VÍDEOS
Tutorial para fazer o download e a instalação do programa CmapTools. O CmapTools é um programa para a elaboração de mapas conceituais.
FÓRUM MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
EIXO: Educação a Distância e Tecnologias Educacionais
Realizado nos dias 12 e 13/09/2013.
Na noite de 12/09 abertura no Auditório da Prefeitura Municipal de Cascavel.
No dia 13/09 manhã e tarde na UNIVEL/Cascavel.
Durante o evento foram compostos os Grupos de Trabalho que estarão discutindo o Plano Municipal de Educação.
No Grupo da Educação a Distância e Tecnologias Educacionais fui indicado como representante do Núcleo Regional da Educação de Cascavel.
Realizado nos dias 12 e 13/09/2013.
Na noite de 12/09 abertura no Auditório da Prefeitura Municipal de Cascavel.
No dia 13/09 manhã e tarde na UNIVEL/Cascavel.
Durante o evento foram compostos os Grupos de Trabalho que estarão discutindo o Plano Municipal de Educação.
No Grupo da Educação a Distância e Tecnologias Educacionais fui indicado como representante do Núcleo Regional da Educação de Cascavel.
SUGESTÕES PARA ANÁLISE DE IMAGENS NO ENSINO DE HISTÓRIA
As historiadoras Maria Auxiliadora Schmidt e Marlene Cainelli no livro "Ensinar História", apresentam algum elementos importantes na análise de imagens.
1 - Quanto a Identificação da Imagem
- Identificar o tema;
- A natureza da imagem;
- A data;
- O autor;
- A função da imagem;
- O contexto.
2 - Quanto a Leitura da Imagem
- Como a imagem foi construída;
- O enquadramento;
- O ponto de vista;
- Os planos;
- Distinguir os personagens;
- Distinguir os lugares;
- Observar outros elementos contidos na imagem.
3. Quanto a Explicação
- Explicitar a atuação do autor de acordo como o suporte e contexto de produção da imagem.
4. Quanto a Interpretação
- Compreender a perspectiva da imagem;
- Qual o valor do testemunho sobre a época;
- Qual o valor do testemunho dos objetos;
- Qual o valor do testemunho dos símbolos.
REFERÊNCIA
SCHIMIDT, Maria Auxiliadora; CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo. Scipione. 2004.
SEED. Diretriz Curricular de História.
1 - Quanto a Identificação da Imagem
- Identificar o tema;
- A natureza da imagem;
- A data;
- O autor;
- A função da imagem;
- O contexto.
2 - Quanto a Leitura da Imagem
- Como a imagem foi construída;
- O enquadramento;
- O ponto de vista;
- Os planos;
- Distinguir os personagens;
- Distinguir os lugares;
- Observar outros elementos contidos na imagem.
3. Quanto a Explicação
- Explicitar a atuação do autor de acordo como o suporte e contexto de produção da imagem.
4. Quanto a Interpretação
- Compreender a perspectiva da imagem;
- Qual o valor do testemunho sobre a época;
- Qual o valor do testemunho dos objetos;
- Qual o valor do testemunho dos símbolos.
REFERÊNCIA
SCHIMIDT, Maria Auxiliadora; CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo. Scipione. 2004.
SEED. Diretriz Curricular de História.
USO DE IMAGEM NO ENSINO DE HISTÓRIA
A PINTURA COM FONTE HISTÓRICA: Esta temática – do uso da pintura enquanto fonte histórica – vem sendo trabalhada por algum tempo. Orientou a pesquisa Imagens do Libertador Simon Bolívar: uma análise histórica,
apresentada no curso de Especialização em História do Brasil, na
Unioeste, Campus de Marechal Cândido Rondon.
As questões metodológicas,
do uso da pintura enquanto fonte histórica foi apresentada no II
SEMINÁRIO DE LITERATURA E HISTÓRIA: O Cânone como intertexto da narrativa contemporânea e da XVI SEMANA DE LETRAS: Estudos da Linguagem: Interfaces Culturais, na UNIOESTE – Campus de Cascavel, em novembro de 2003, sob o título História e Imagem: subsídios para análise.
Foi tema da oficina ministrada na II Semana Acadêmica de História: O Ofício do Historiador na Atualidade, realizada na UNIOESTE – campus de Marechal Cândido Rondon, em maio de 2004, sob o titulo História e Imagem: subsídios para análise.
LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA
TEXTO PARA ENTENDER O USO DA LOUSA DIGITAL COMO RECURSO PEDAGÓGICO
O texto "O uso pedagógico da lousa digital associado à teoria dos estilos de aprendizagem", apresenta algumas reflexões sobre o desenvolvimento de atividades pedagógicas com o uso da lousa digital associada aos estilos de aprendizagem. Essa teoria leva em consideração que ao utilizarmos recursos tecnológicos na educação devemos observar os diferentes estilos de aprendizagem dos nossos alunos.
Dessa forma é importante considerar algumas condições. 1. Que o ser humano esta sempre aprendendo de forma intencional ou não intencional. Esse aprender envolve a escola, a comunidade, o trabalho e por meio do acesso aos meios de comunicação. 2. Aprender é um processo interno da pessoa. 3. Aprender envolve mudanças. 4. Aprender está relacionado ao próprio desenvolvimento humano. 5. O ato de aprender está unido a experiência. É nesse momento que o indivíduo afirma, reafirma, organiza e reorganiza suas experiências anteriores em função do contato com novas situações.
Dessa forma é importante considerar algumas condições. 1. Que o ser humano esta sempre aprendendo de forma intencional ou não intencional. Esse aprender envolve a escola, a comunidade, o trabalho e por meio do acesso aos meios de comunicação. 2. Aprender é um processo interno da pessoa. 3. Aprender envolve mudanças. 4. Aprender está relacionado ao próprio desenvolvimento humano. 5. O ato de aprender está unido a experiência. É nesse momento que o indivíduo afirma, reafirma, organiza e reorganiza suas experiências anteriores em função do contato com novas situações.
Aproveitando a própria indagação dos autores: "Dessa forma, quais são os benefícios que a lousa digital traz para o contexto escolar? O primeiro deles seria o fato dessa lousa ser uma tecnologia “híbrida”, porque permite que através dela se ouça músicas e sons, incorporando a função do rádio ou CD Player, bem como se assista a vídeos e filmes, reunindo em apenas um equipamento as funções da televisão, do videocassete e do DVD. É uma ferramenta que possui um diferencial em relação aos computadores que compõem o laboratório de informática das escolas,pois por ser um equipamento que fica instalado na própria sala de aula, o professor se sente mais à vontade em utilizá-lo"
LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA
Assinar:
Postagens (Atom)


